Confira como o Ômega 3 melhora a qualidade de vida

O Ômega 3 é popularmente conhecido como uma “gordura boa” e ele é muito importante para o nosso organismo. Porém, não é produzido de forma natural tornando necessária a suplementação e a ingestão de alimentos ricos com essa substância.

A sua fama surgiu em 1975, quando 2 médicos dinamarqueses estudavam esquimós da Groenlândia. A pesquisa concluiu que os habitantes daquela região, que faziam uma dieta a base de peixes e animais marinhos, apresentavam níveis altos do bom colesterol (HDL) e baixos do mau colesterol (LDL).

Além disso, eles tinham a menor ocorrência de doenças cardiovasculares do mundo. Desde então, diversas pesquisas foram e continuam sendo feitas para entender as propriedades desse ácido graxo para a saúde.

Você conhece os benefícios do Ômega 3? Como ele deve ser consumido? E será que existe alguma contraindicação? Este artigo vai tirar todas as suas dúvidas.

O que é o Ômega 3?

Como citamos, o Ômega 3 é um tipo de ácido graxo. Por isso, vamos começar explicando o que é isso.

Ácidos graxos são um tipo de gordura que é encontrada nos animais e nos vegetais. Eles podem ser classificados em saturados, monoinsaturados ou poli-insaturados.

Os do tipo saturado são encontrados em carnes e derivados do leite, sendo que o seu consumo em excesso pode aumentar o mal colesterol e reduzir o bom colesterol. Os monoinsaturados estão presentes nos vegetais e podem reduzir os riscos de hipertensão arterial.

Por fim, os poli-insaturados são chamados de essenciais, pois não podem ser produzidos pelo organismo humano e são importantes por fornecer energia para as células de todo nosso corpo, controlar processos inflamatórios e manter a elasticidade da pele.

Desse modo, o Ômega 3 é um conjunto de ácidos graxos poli-insaturados e pode ter origem animal ou vegetal.

Tipos de Ômega 3

Existem 3 formas principais de Ômega 3: o ácido docosa-hexaenoico (DHA), o ácido eicosapentaenóico (EPA) e o ácido alfa-linolênico (ALA). O DHA e o EPA são encontrados em animais marinhos de água fria, como salmão e sardinha, enquanto que o ALA é achado em vegetais, como nozes e linhaça.

O EPA tem ação anti-inflamatória e o DHA possui ação antioxidante, enquanto que o ALA pode ser convertido em um dos outros tipos após ser ingerido.

Quais são os seus benefícios?

Alguns benefícios atribuídos ao Ômega 3 são:

— melhora na capacidade de aprendizagem;

— auxílio no desenvolvimento do feto durante a gravidez;

— menor incidência de partos prematuros;

— prevenção de doenças cardiovasculares (devido a redução dos níveis de triglicerídeos);

— aumento dos níveis de colesterol bom (HDL) e queda do colesterol ruim (LDL);

— regulação da coagulação sanguínea;

— alívio nos sintomas de artrite reumatoide (por causa da sua ação anti-inflamatória);

— previne a diabetes;

— melhora dos sintomas da depressão;

— fortalece o sistema imunológico;

— melhora na função cognitiva;

— diminuição das crises em pacientes com epilepsia e;

— aumento da performance esportiva (em razão da sua ação antioxidante).

Vale ressaltar a importância do Ômega 3 para a preservação das funções cerebrais, especialmente para idosos, pois 60% do cérebro é composto por gorduras.

O consumo de ácidos graxos Ômega 3 auxilia na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. Contém alto conteúdo de ômega 3 e não é um alimento baixo ou reduzido em gorduras saturadas. E o mais importante, pessoas que apresentam alergias a peixes e crustáceos, doenças ou outras alterações fisiológicas, mulheres grávidas ou que estão amamentando (nutrizes) devem consultar o médico ou nutricionista antes de usar o produto.

Qual a ingestão diária de Ômega 3 recomendada?

Ômega 3 RaccoO consumo de Ômega 3 pode ser feito pela alimentação ou em forma de cápsulas. A dose recomendada varia de acordo com a idade. Segundo o Ministério da Saúde, a ingestão recomendada para adultos é de 1000 mg a 3000 mg por dia.

Existem diversos alimentos ricos em ômega 3, como:

  • peixes (como sardinha, arenque, salmão e atum);
  • semente de chia;
  • semente de linhaça;
  • nozes;
  • grão de bico;
  • ervilha;
  • lentilha e;
  • feijão.

Existe uma grande variação na quantidade de Ômega 3 nos peixes, apesar de ser uma excelente fonte, pois depende da sua alimentação e de onde e como eles foram criados. Outro ponto de consideração é a contaminação ambiental dos rios, já que alguns peixes podem apresentar altas taxas de mercúrio. No Brasil, grande parte dos peixes consumidos são criados em cativeiros e não recebem a alimentação apropriada para serem fontes dessa substância.

Dessa forma, a suplementação através de cápsulas é recomendada. Elas apresentam os mais baixos limites possíveis de contaminantes inorgânicos como mercúrio, arsênio, cádmio e chumbo, pois são rigorosamente controlados pelo Ministério da Saúde/Anvisa nos alimentos industrializados, sendo, portanto, de consumo totalmente seguro. Além disso, são mais fáceis para controlar o consumo diário.  

Outra opção é consumir alimentos enriquecidos com ele, pois são uma maneira de aumentar o consumo diário. Um exemplo é o shake Fit Life, que é uma fonte de fibras e Ômega 3, e pode substituir até 2 refeições.

Existe alguma contraindicação?

Ele é contraindicado para pessoas alérgicas a peixes, por ser extraído principalmente desses animais. Nesses casos, o indicado é consumir alimentos alternativos, como sementes e leguminosas.

Também não é recomendado o consumo para pessoas que tem problemas de coagulação, como a hemofilia, pois o sangue pode ficar mais fluido.

O consumo de Ômega 3 é altamente recomendado devido aos seus benefícios para a melhora da qualidade de vida. Por não produzirmos esse ácido graxo naturalmente, o uso de suplementos e de alimentos ricos com essa substância são essenciais.

Ômega 3

 

Você já conhecia os benefícios do Ômega 3? Conta para a gente aqui nos comentários!

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